Já se perguntou o porquê de algumas coisas não darem certo com você? Às vezes, pode ser apenas características do seu Mindset e hoje, você vai descobrir o que isso quer dizer.

Um mindset é traduzido como mentalidade, o qual é o conjunto de crenças e pensamentos que guardamos dentro de nós. Dessa forma, aquilo que aprendemos com a vida e seguimos crendo assim, é a nossa mentalidade.

Segundo a Carol Dweck em seu livro “Mindset: A nova psicologia do sucesso”, há dois tipos:

  1. Mindset fixo: Este, crer que o que você já sabe é permanente e imutável. Ou seja, o mindset fixo acredita que existe um nível de inteligência a qual determina se você pode ou não conseguir algo.
  2. Mindset de Crescimento: Já o mindset de crescimento, é diferente. Ele enxergar desafios que podem ser vividos de acordo com sua dedicação e esforço. Dessa forma, acreditam que tanto suas qualidades como habilidades podem ser desenvolvidas.

Conforme acima, você consegue enxergar qual é o seu tipo? Saiba, caso não tenha gostado do seu há como mudar. Pesquisas da própria autora indicam que pode ser alterado e você com um tipo fixo, pode virar de crescimento e adquirir motivação para caminhar em busca de seus interesses. Afinal, você pode conseguir o que deseja com dedicação e os esforços certos.

Sendo assim, você tem observado que as coisas não andam dando certo? Talvez, o que você precisa é de uma mudança de mentalidade.

Conheça a Marketing 365

Fonte(s): administradores, Mindset: A nova psicologia do sucesso

Imagem: Google

O que é automação de Marketing?

Muitos pensam que qualquer ação realizada automaticamente (como seguir de volta ou agendar postagens em redes sociais) já sejam Automação de Marketing em sua forma plena. Mas essas são só ações simples e estão muito abaixo do que consideramos uma Automação de Marketing efetiva.

Automação de Marketing significa entender e agir de forma personalizada e escalável com as pessoas que interagem com sua empresa nos diferentes canais online. É entender exatamente o interesse do Lead e seu estágio de compra, dando a ele todas as informações de que precisa em determinado momento de maneira automatizada.

Benefícios da automação de Marketing

Maior geração de leads

Se a sua empresa já tem a jornada dos clientes bem mapeada, é muito mais fácil criar guias e processos que te ajudem a atrair e capturar mais leads.

Comunicação personalizada para cada persona

Com as campanhas de automação, é possível segmentar os Leads por muitos critérios, como cargo, empresa, segmento, momento de compra etc.

A partir dessas possibilidades de segmentação, sua empresa pode personalizar muito melhor a comunicação, fazendo com que as diferentes personas percorram seus próprios trajetos, e não um caminho genérico.

Reduz o ciclo de vendas

Como a ferramenta de automação te ajuda a acompanhar, gerir e nutrir seus contatos, você consegue deixar o processo de vendas mais consultivo. Isso quer dizer que os futuros clientes gastam menos tempo argumentando, o que torna o processo de compra mais rápido e eficaz.

Menos trabalho recorrente para o marketing

Com a automação, uma parte grande da preparação do Lead que o marketing deveria fazer para vendas é automatizada. Claro que há um esforço grande na criação dos “caminhos” que os diferentes Leads devem seguir, mas, quando ajustados, não é preciso ficar o tempo todo começando do zero.

 

Se você trabalha em uma empresa que está entrando no mercado ou mesmo em uma empresa grande e já consolidada, mas que está querendo lançar um produto/serviço novo, talvez já tenha passado pelo seguinte dilema: como construir uma estratégia de marketing de conteúdo se eu não sei quem é a minha persona?

Uma das maneiras mais fáceis de conhecer uma persona é por meio de entrevistas exploratórias com seus próprios clientes. Afinal, quem representa melhor o perfil que você quer atingir senão aqueles que utilizam seus produtos/serviços?

Por outro lado, se você ainda não tem clientes, saber com precisão (sem achismos!) qual é o perfil do público que você quer atingir pode ser bem desafiador, não é mesmo?

Neste post, vim te mostrar que não é tão complicado assim. Existem outras maneiras de traçar uma persona que represente o potencial cliente ideal da sua empresa. E mesmo que você tenha um número alto de clientes e já tenha construído uma persona, todas essas técnicas abaixo poderão te ajudar a desenvolver um perfil ainda mais completo.

Pesquisa de persona “tradicional”

Imagino que você já tenha lido outros conteúdos sobre persona e que todos te digam para entrevistar seus clientes. O que faz total sentido, já que ela nada mais é que uma representação semifictícia (consideramos semi por ser baseada em fatos reais) do seu cliente ideal.

Nesse caso, o processo de construção passa basicamente pelas seguintes etapas:

1. Definição de perguntas estruturadas que te ajudem a construir o perfil, que de forma geral, abordam as seguintes as questões:

  • Idade;
  • Gênero;
  • Escolaridade;
  • Cargo;
  • Motivos e objetivos que levaram a comprar o produto/serviço;
  • Desafios que a sua empresa ou o seu produto ajudam a superar;
  • Canais em que a pessoa acompanha conteúdo;
  • Formatos de conteúdo que gosta de consumir.

2. Envio do questionário para a base de clientes ou até mesmo fazer contato por telefone;

3. Compilação e análise das respostas;

4. Construção da persona;

5. Validação com o time de marketing e o time de vendas, a partir da percepção deles também;

Nesse formato de pesquisa, não é preciso entrevistar um alto volume de clientes. Como as perguntas são abertas, é possível aprofundar e obter muita informação relevante e detalhada.

Para conseguir um alto volume de respostas, que seja estatisticamente representativo do seu mercado, existem outras maneiras, que vou abordar no próximo tópico. Um formato não exclui o outro, pelo contrário, se complementam!

Pesquisa de persona sem clientes

Se você não tem a possibilidade de entrevistar clientes ou se quer deixar sua persona ainda mais completa, validando-a a partir de dados de mercado e de comportamento do público-alvo, você pode realizar uma das (ou todas) as seguintes formas.

A partir de estudos feitos via pesquisas de mercado, pesquisas com a base de contatos, análise do Google Analytics e avaliação competitiva dos concorrentes, você poderá montar uma persona sem achismos.

Guia Completo do Google Analytics

1. Pesquisa de mercado
Uma das melhores opções para conhecer o seu público ou até mesmo o interesse pelo produto/serviço que você está lançando é por meio de pesquisas de mercado.

As principais vantagens desse modelo são:

  • Conseguir coletar um volume mais alto de respostas, por ser mais escalável;
  • Combinar dados quantitativos (que geram informações estatísticas) e dados qualitativos, que geram informações aprofundadas, relevantes e específicas;
  • Representar o seu público-alvo de forma ainda mais fiel à realidade, por seguir padrões estatísticos de amostragem e coleta;

As principais desvantagens são:

  • O processo de coleta pode ser mais longo, porque pode ser necessário que a pesquisa se mantenha em execução por mais tempo para chegar ao número de respondentes desejado;
  • O custo envolvido em geral é mais alto, já que, para alcançar o público-alvo, você pode precisar contratar painéis de respondentes terceirizados ou até mesmo uma empresa de pesquisa para desenvolvê-la.

O que é Down-sell?

Down-sell é uma estratégia utilizada quando o cliente está desistindo de comprar um produto e você oferece um outro produto mais barato no lugar daquele para tentar fechar o negócio.

 É como se fosse uma última cartada para convencer o cliente e convertê-lo, mesmo que o seu ticket médio seja menor.

IMPORTANTE: Esse tipo de técnica é muito utilizada por infoprodutores, onde mini cursos ou introdutórios são oferecidos para pessoas que têm interesse em fazer o treinamento, mas não podem pagar por ele.

O que é Cross-sell?

É muito comum as pessoas confundirem a técnica de Up-sell com a de Cross-sell. Para que você não cometa o mesmo erro, vamos a uma definição bem simples dessa técnica de vendas: o cross selling tem como objetivo principal estimular o cliente a concluir a sua compra inicial levando produtos que a complementam.

Assim como o up-sell, o cross-sell também é destinado a aumentar o ticket médio de cada cliente. Lojas virtuais costumam utilizar muito essa tática, você com certeza já deve ter visto ao selecionar um item para compra em um e-commerce, aparecer uma mensagem como “você também pode gostar de” ou “pessoas que compraram esse produto também levaram”, com uma seleção de produtos complementares ao que estava procurando.

MPORTANTE: Para utilizar essa técnica de forma eficaz, pense nos produtos que combinariam entre si, ou seja, ofereça produtos dentro do contexto de compra do cliente (não faria muito sentido, em um e-commerce por exemplo, oferecer um ventilador para quem está comprando um micro-ondas, não é mesmo?).

 

O que é Up-sell?

O up-sell trata-se de uma técnica de vendas de baixo custo destinada a aumentar o ticket médio de cada cliente.

Basicamente, esta técnica consiste em oferecer ao cliente um produto mais caro, mas com mais recursos ou de melhor qualidade. Muitas vezes a loja mostra opções que não necessariamente sejam muito mais caras, mas sim semelhantes ao produto que o cliente intencionava comprar a princípio. Portanto, a ideia do up-sell se baseia em dar uma espécie de “upgrade”, ou melhora na aquisição, oferecendo uma versão mais completa do produto ou serviço.

 

Um algoritmo é uma sequência de passos para realizar uma tarefa ou resolver um problema. No dia a dia do formado em Sistemas de Informação, utilizamos algoritmos para realizar nossas atividades, definindo a sequência de atividades que devemos fazer para atingir um objetivo.

Um exemplo simples é uma receita. Ele é, num certo sentido, um programa abstrato — dizendo de outra forma, um programa é um algoritmo concretizado. Os programas são visualizados mais facilmente como uma coleção de algoritmos menores combinados de um modo único, da mesma forma que uma casa é construída a partir de componentes (cômodos).

Dessa forma, um ele é uma descrição passo a passo de como o computador irá executar uma operação específica, como, por exemplo, as ações de um jogo. Um programa, por outro lado, é uma entidade que pode agregar vários algoritmos.

 

Você compraria computadores de última geração em uma loja velha, escura e decorada com móveis coloniais surrados pelo tempo? Ainda que seja a melhor da cidade, dificilmente uma empresa nesses moldes irá prosperar. Isso porque não basta ser, é imprescindível parecer. E a construção de relacionamentos emocionais entre marca e consumidor nasce desse “parecer” que desponta no primeiro contato com a loja; daí a importância do PDV, seu Ponto de Venda.

Como saber escolher o local certo?

Para escolher a localização exata para instalar seu ponto de venda, devem ser analisados alguns fatores. Por exemplo:

Facilidades de acesso: A região é segura? Tem opções de transporte em diversos modais? O estabelecimento é acessível para qualquer pessoa, inclusive deficientes físicos?

Visibilidade: Sua fachada se destaca em meio a outras? Tem boa iluminação? Há movimentação frequente no local?

Perfil demográfico da região: Seu ponto de venda está geograficamente próximo de seu público-alvo? Quais os interesses, renda e comportamento de compra de quem transita por ali? Estando nesse local, você aumenta a gama de potenciais compradores?

Raio-x da distribuição geográfica da concorrência: Analise o entorno! Você pode tanto fugir de ter competidores mais fortes logo em frente, quanto se inserir em regiões já conhecidas por concentrar lojas do seu segmento.

Nesse ponto, uma pequena ressalva: tudo depende do seu público-alvo. Alguns estudos comprovam que, no mercado de luxo, por exemplo, os fatores acessibilidade ou visibilidade podem não ser tão importantes, já que nesse nicho, as características únicas e a exclusividade dos produtos motivam os consumidores a evitarem locais de muito movimento e até se deslocarem entre grandes distâncias para consolidar a compra. Nesse caso, um novo ponto a se considerar seriam as possibilidades de estacionamento. Essas variáveis devem mudar, portanto, de acordo com os hábitos de seus compradores.

 

Instagram agora permite que você silencie outros usuários!

Como mostram as imagens do próprio Instagram, para silenciar um usuário basta pressionar o ícone de três pontos acima de uma das fotos e depois tocar em “Mute”, ou provavelmente “Silenciar” em português.

Na sequência, a rede social vai perguntar se você deseja silenciar apenas os posts ou os posts e as histórias.

Ou você pode fazer isso diretamente no perfil da pessoa indesejada clicando nos três pontinhos no canto superior direito:

O recurso será bastante útil para contas pessoais, caso a pessoa escolha não acompanhar um conteúdo por certos motivos, mas não quer se comprometer a deixar de seguir ou ainda bloquear alguém.

Perfis profissionais também serão beneficiados, principalmente aqueles que costumam seguir os clientes e acabam perdendo o controle do que realmente interessa no feed.

O trabalho em equipe é uma competência composta de diferentes habilidades. São capacidades que podem ser aprendidas e desenvolvidas, e que devem ser trabalhadas por todos os profissionais. Independente da sua área, o autoconhecimento visando a melhora nunca deve cessar.

Grande parte dos profissionais procura evitar os conflitos a todo custo. No entanto, muitas vezes eles aparecem, e ignorá-los não é uma maneira saudável ou eficiente de proceder. Para trabalhar em equipe efetivamente, é preciso identificar, gerenciar e resolver conflitos.

Para isso, é necessário desenvolver um conjunto de habilidades sociais. Destacam-se a empatia e a assertividade. A empatia é fundamental para que você consiga acessar o ponto de vista das outras pessoas, compreendendo a situação por diferentes perspectivas. Já a assertividade ajudará a não fugir das situações socialmente desconfortáveis e estabelecer os seus limites sem agressividade.

Falando na agressividade, a inteligência emocional é outra habilidade importantíssima tanto para a gestão de conflitos quanto para o ambiente profissional como um todo.

Se comunicar de forma clara e eficiente é essencial para um bom trabalho em equipe. Alinhar as metas e objetivos é o primeiro passo para que tudo funcione sem problemas. Quando todos os colaboradores entendem qual a direção que devem seguir com o trabalho, é mais fácil orquestrar a execução.

A comunicação também é importante para que todas as partes saibam o que é esperado delas. A delegação de tarefas deve ser clara, e ser respeitada. Novamente, a assertividade será uma habilidade essencial para a boa comunicação.

Quando um colaborador não sabe expressar seus limites, pode acabar pressionado a aceitar prazos que não pode cumprir ou tarefas que não sabe realizar. Isso prejudicará tanto o desempenho da equipe, quanto a confiança dos colaboradores. E claro, o produto final também será amplamente afetado.

Por isso a comunicação pode ser vista como um dos principais pilares do bom trabalho em equipe.

Para o bom trabalho em equipe, é preciso que todos os colaboradores tenham a habilidade de identificar situações-problema antes que elas aconteçam. O mais importante, no entanto, é tomar uma atitude e oferecer soluções.

Uma equipe formada por colaboradores proativos tem um funcionamento mais eficiente. Os resultados são melhores e obtidos de forma mais rápida. Essa característica também possibilita que os processos sejam otimizados, elevando a qualidade do trabalho como um todo.

Para que funcionários sejam proativos, no entanto, é necessário que o estilo de liderança da organização seja flexível. A abertura a feedbacks, sugestões e opiniões entre os gestores é essencial para estimular a proatividade.