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Investir no marketing digital nas redes sociais se tornou uma tendência mundial e uma necessidade geral. A mídia social que mais tem se destacado é o Facebook. O grande número de usuários que consomem conteúdo diariamente, colabora para que as empresas alcancem mais clientes. Além do mais, essas empresas podem até mesmo interagir diretamente com os clientes.

A grande vantagem da rede social é a facilidade em segmentar o público de acordo com o gênero, os interesses, as idades e a localização geográfica. Esses fatores são peças chave para alavancar m negócio! Para isso, o Facebook disponibilizou duas ferramentas, o Facebook Ads e o Post patrocinado. Mas, qual a diferença entre eles?

Primeiramente, o Facebook Ads é uma plataforma usada para divulgar um produto ou um serviço em forma de anúncio na plataforma. Eles aparecem em destaque na parte  lateral das telas, na direita da página. São, ainda, baseados no histórico de busca dos usuários e garantem mais visibilidade, mais interatividade e mais engajamento com o cliente em potencial. A publicação divulgada é sinalizada como “anúncio”, para que os internautas saibam que aquele conteúdo é pago. Os valores praticados para essas campanhas variam.

Por outro lado o Post Patrocinado, apesar de ser diferente do anteriormente citado, é também pago. Entretanto, a publicidade dele aparece no feed de notícias dos seguidores da marca. A vantagem dessa modalidade é que mais pessoas podem acabar vendo esse post.

Independentemente da modalidade que você escolher, o investimento para divulgação no Facebook será menor do que em outras redes sociais. Entretanto, só pagar um anúncio não irá promover sua empresa. O marketing dela precisa ser feito de forma correta para que os resultados obtidos pela marca sejam ainda maiores.

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Fonte: cicloagenciadigital

Imagem: freepik

Primeiramente, usar o Facebook como meio para transmitir seu conteúdo, é uma estratégia muito inteligente. Visto que a rede social tem características e particularidades, que podem ser usadas a favor das empresas.

Além de possuir um número considerável de usuários, que integram diversas faixas etárias.

Desse modo, você precisará conhecer os aspectos dessa rede, afim de identificar a melhor ferramenta para reproduzir cada tipo de conteúdo. Entretanto, não se limite a apenas uma opção. Pois, se usadas de maneira certa você poderá favorecer o crescimento do seu negócio.

Facebook como meio de divulgar conteúdo

Essa rede social possui cerca de um bilhão de usuários ativos e é uma das redes sociais mais completas.

Ele possibilita a divulgação de vídeos, imagens e textos. Além disso, ele é uma grande ferramenta para o segmento de serviços publicitários. Permitindo que o usuário faça anúncios e campanhas publicitárias de longo alcance, aumentando assim as chances de alcançar o seu público alvo.

Incluir essa mídia aos meios de divulgação do seu conteúdo é algo indispensável. Pois, o mesmo atualmente conta com um amplo leque de funções que podem ajudar a alavancar seus serviços.

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Fonte: Postcron

Imagem: Google

No Facebook, o engajamento é crucial para a repercussão de um conteúdo. Por isso, é importante que você tenha conhecimento de algumas informações que podem te ajudar a obter êxito.

Antes, todavia, é importante salientar que, para conseguir mais envolvimento nas publicações feitas no Facebook, tudo depende do interesse, da idade e do envolvimento do seu público. Os dados citados abaixo são gerais. Logo, podem variar. Sem mais delongas, confira as dicas:

  • Foque na geração contínua de conteúdo;
  • Vídeos geram mais envolvimento com o público. Portanto, produza-os e insira neles sua mensagem;
  • Escreva posts com no máximo 50 caracteres;
  • Publique status com perguntas. Assim, o público responderá e seu produto se popularizará;
  • O dia da semana onde há mais interações em publicações é a segunda-feira;
  • Programe posts para o fim de semana. De acordo com pesquisas, o acesso é muito grande;
  • Produza vídeos que durem de 3 a 5 minutos.

Sendo assim, não se esqueça: o engajamento é uma via de mão dupla. Portanto, se você deseja retorno do público, ofereça-lhe informação.

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Fontes: rockcontent, buzzsumo

Imagem: Google

Primeiramente, uma fanpage nada mais é do que mais uma possibilidade de canal de comunicação entre uma empresa e seu cliente. Atualmente, isso é algo comum no Facebook.

O que é fanpage?

Diferentemente dos perfis comuns, as fanpages servem para reunir pessoas que tem os mesmos interesses em um assunto, uma causa, uma empresa ou até mesmo uma personalidade.

Dessa forma, nessas páginas, não há a necessidade de envio de solicitações de amizade. Basta que o internauta curta a página para receber suas atualizações. Além disso, essa é uma plataforma onde, gratuitamente, a empresa anuncia seus serviços.

Benefícios de se ter uma fanpage empresarial:

  • Enxugamento de gastos, devido à gratuidade da plataforma;
  • Contato direto com o público;
  • Não há limite de seguidores, diferentemente de perfis pessoais no Facebook;
  • Recebimento de análise de dados e interações.

Desse modo, criar uma página para a sua empresa no Facebook só aumentará o alcance de seu conteúdo

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Fonte: resultadosdigitais

Imagem: Google

Em nova atualização as ferramentas registrarão o tempo de permanência online dos usuários nas redes sociais. Você sabe quanto tempo do dia passa nesses apps?

Nas próximas semanas será testado esse novo recurso (primeiramente disponibilizado somente nos EUA) que permitirá aos usuários maior gestão do tempo nas redes sociais.

Os apps vão registrar, diariamente, o uso das plataformas e apresentar, em forma de gráficos separados por dia, o tempo online dos usuários atualizado em minutos.

Um print do recurso mostra que ele poderá ser acessado ao clicar em ‘Configurações’ e ‘Seu tempo no Facebook’ e no Instagram em ‘Configurações’ e ‘Sua atividade’.

Facebook-and-Instagram-Your-Activity-Counter

 

#1: Facebook

É interessante utilizar o Facebook com páginas e grupos, porque lá você consegue agregar todo tipo de conteúdo. É interessante, também, que você varie os tipos de postagens optando por textos, imagens, vídeos, links e afins. Você pode colocar links redirecionando para outras plataformas como o seu blog, por exemplo.

O Facebook também tem uma comunicação muito rápida e isso é muito importante. Caso você cresça e a demanda de comentários e perguntas na plataforma cresça, é importante que você tenha uma pessoa para te ajudar para estar sempre respondendo essas pessoas para manter a interação.

#2: Youtube

Eu sei que você pode achar que fazer vídeo não é para você. Contudo, fique calmo! Há outros canais para te sugerir, porém o YouTube é uma ótima ferramenta para a construção de audiência, por conta do relacionamento que você cria com o seu publico através de vídeos.

A internet em si acaba criando um relacionamento limitado por conta da distância. Deste modo, quando se trata de um vídeo em que você grava como se estivesse conversando, olhando para o leitor, esta percepção muda totalmente.

Isso faz com que você fique próximo do seu publico/clientes trazendo um relacionamento de forma elevada.

#3: Instagram

O Instagram funciona apenas para imagens e vídeos de até sessenta minutos – veja nossa publicação sobre IGTV – além de o alcance ser maior!

Quando você começa a publicar imagens, com alguma frase até mesmo as imagens que você publicou no Facebook você coloca na imagem o link do seu site, ou talvez o seu nome, isso vai fazer com que as pessoas olhem a imagem e vejam nela o seu site e muitas vezes vão procurar pelo seu site no Google te trazendo relevância no Google.

Você pode fazer vídeos curtos com dicas bem rápidas com o celular mesmo e postar no feed ou nos stories.

 

Crie um bom design nos seus anúncios Facebook

Crie vários designs e que sejam bons. Ao ter várias opções pode decidir qual será a melhor. Regra geral, é bom ter pelo menos três imagens, dois títulos e dois parágrafos de texto.

Segmente os seus anúncios para a audiência certa

Os seus anúncios, assim como o seu magnet, deverão ser apontados para um tipo de público-alvo específico.

Agora, é uma questão de descrever a sua audiência usando as várias opções de segmentação do Facebook. O seu lead magnet é específico do sexo? Qual a idade dos seus utilizadores? Que interesses eles têm? Uma outra dica é segmentar para quem possa falar mais do que uma língua, pois revela um maior nível de sofisticação, interesse noutras culturas e possivelmente posses financeiras.

 

Um depoimento de Mark Zuckerberg ao senado americano mostra a possibilidade de uma versão paga do Facebook. Caso os anúncios fossem excluídos da plataforma, essa seria o caminho que a rede possivelmente seguiria, de acordo com seu fundador.

Mesmo Zuckerberg tendo reiterado que o Facebook irá ser sempre gratuito, isso suscitou debates no mercado. Como seria uma versão em que os usuários precisariam pagar para acessar a plataforma?

A TechCrunch analisou um cenário hipotético no qual essa mudança aconteceria. Vem descobrir quais seriam os impactos dessa transformação:

Como a mudança poderia funcionar

Para que isso se torne uma realidade, o primeiro ponto que precisaria ser analisado é sua rentabilidade. O Facebook é uma plataforma bilionária pois atrair diversos anunciantes e é dessa forma que ela se mantém.

Somente em 2017 a rede social gerou $40 bilhões de dólares. De acordo com a Tech Crunch isso significa que apenas nos Estados Unidos e no Canadá, o Facebook lucra $7 dólares por mês com cada usuário.

Isso significa que o preço da assinatura de um Facebook premium seria de pelo menos $7 dólares, certo? Não funciona bem assim. Isso porque os usuários que estariam dispostos a pagar por esse sistema são mais valiosos no processo de monetização de anúncios e, consequentemente, geram mais lucro para a plataforma.

Nesse sentido, para balancear esses tipos de usuários e gerar uma receita compatível com a atual, o Facebook precisaria cobrar entre $11 a $14 de seus assinantes. Você pagaria isso para ter acesso a essa rede social? Vamos entender como isso poderia repercutir entre os usuários.

Impactos psicológicos da mudança

Primeiro, pare para pensar: como você se sentiria com essa mudança? Estaria disposto a pagar para usar a maior rede social do mundo?

Tenho certeza que a primeira reação da maioria dos usuários seria não. Afinal, estamos acostumados ao acesso gratuito à essa e muitas outras plataformas sociais. No entanto, a ideia analisada é que o Facebook continuaria gratuito, mas se você quiser se livrar de anúncios, precisaria assinar a versão paga.

Pensando em um indivíduo que poderia bancar com a nova despesa, ele veria valor nesse novo sistema do Facebook? Uma plataforma na qual ele pode navegar por muitos anos de graça. E com a consequente queda de usuários oriunda dessa mudança, talvez não existiria um forte motivo para pagar a assinatura do Facebook mensalmente, apenas para se livrar de anúncios.

Para aqueles que não conseguiriam arcar com a assinatura, todo anúncio seria uma lembrança de que eles não possuem a versão premium da plataforma.

Se o Facebook acredita que isso poderia gerar uma vontade maior de adquirir a versão paga, o sentimento pode ser exatamente o oposto. Gerando um desconforto com a plataforma e afetando a experiência deste usuário.

Ao mesmo tempo, precisamos analisar a outra possibilidade de reação desses usuários. Ver os anúncios que já estamos acostumados a ver não é uma opção tão ruim quanto pagar para não vê-las.

O equilíbrio perfeito entre esses usuários pode ser a salvação do Facebook caso eles escolham aderir a este cenário altamente hipotético. E mesmo se a porcentagem de usuários que aderirem a mudança fosse muito baixo, talvez já seria suficiente para salvar a rede social e dar o poder de escolha a seus usuários.

Como analisamos este cenário

Precisamos reforçar novamente que esse cenário é uma análise hipotética dos caminhos que o Facebook pode seguir em seu futuro. A análise feita pela TechCrunch traz a tona algumas questões importantes:

Empoderamento dos usuários

Teoricamente o Facebook daria o poder de escolha para seus usuários, algo que é um desejo de longa data de todos nós. Se você não se importa com a forma como a rede social opera atualmente, você não precisa aderir à nova versão.

Agora se você está insatisfeito com o estado em que a rede se encontra, você tem a opção de pagar a assinatura e mudar a forma como a utiliza.

Gerenciamento de dados

As atuais polêmicas envolvendo o Facebook e essas questões foram negligenciadas nesse cenário. Como a privacidade dos usuários que não aderirem a nova versão seria tratada?

Essa é a maior questão envolvendo a rede atualmente, e apesar de ações já estarem sendo tomadas, talvez não seja suficiente. Resolver essa questão é sem dúvidas mais urgente do que uma possível nova versão.

Impacto negativo

A principal possibilidade que paira em nossa cabeça é de um abandono geral do Facebook caso a mudança viesse à tona. A rede social precisa dar passos muito cuidadosos no momento em que se encontra, e uma mudança desse tamanho poderia trazer um impacto negativo muito maior que positivo.

Qual o real o problema?

Perante todas as mudanças que vem acontecendo precisamos analisar: qual o real problema do Facebook? As alternativas apresentadas parecem suprir apenas um problema da rede, seu excesso de anúncios e a predominância de empresas.

Há algum tempo a plataforma já se mostra obsoleta, principalmente para a geração heavy user das redes sociais — os millennials. A popularização desenfreada Facebook fez com que esses usuários procurarem outras alternativas de redes. Vimos então o fortalecimento do Instagram, principalmente.

A versão paga pode ser uma opção válida para o primeiro problema, mas seria ela suficiente para conter o declínio do Facebook? Não temos uma resposta, e por isso, queremos saber de vocês. Qual o real problema do Facebook atualmente?

A União Europeia, através do General Data Protection Regulation (GDPR), criou uma série de leis que visa regulamentar o uso, compartilhamento e venda de informações de usuários online.

Mas o que isso significa?

Significa que o Facebook foi obrigado a atualizar suas políticas a fim de se adequar às novas leis da União Europeia. Porém, a rede social, que já vem tentando se redimir, estabeleceu mudanças que vão valer para todos os países em que a plataforma opera. Antecipando, portanto, possíveis reivindicações de outras localidades.

O que vai mudar?

O site vai realizar uma consulta com os perfis para saber se eles dão permissão à plataforma sobre o uso de informações pessoais, como por exemplo: inclinações políticas, religiosas e status de relacionamento. Além de tornar mais fácil o processo de deletar esses dados caso o usuário não queiram mais compartilhá-los.

A rede também vai perguntar para todos que estejam na plataforma se concordam com a atualização da Política de Serviços, adicionando mais detalhes e especificações sobre como os serviços da rede funcionam.

É interessante ressaltar que o Facebook não está solicitando novos direitos de adquirir, usar ou compartilhar informações dos perfis, e o site continua se comprometendo a não vender suas informações para anunciantes ou parceiros.

Além dessas adições, a política referente a UE ainda acrescentará contatos de responsáveis pelo Facebook dentro do GDPR em caso de situações que poderão acontecer.

Facilidade de acesso

Um outro ponto importante de ressaltar é que a plataforma irá facilitar o acesso ao atalho de ‘Ferramentas’ e ‘Configurações’, que promete ser mais intuitivo na hora de consultar, deletar, baixar ou exportar dados disponíveis no site para consulta.

Por último, o Facebook frisou as medidas relativas às crianças e adolescente que utilizam a rede. O reconhecimento facial não é ativado para menores de 18 anos e as opções de publicidade oferecida para essa faixa etária é bem restrita.

Somado a isso, informações como localidade e data de aniversário de usuários jovens são de circulação controlada e os posts compartilhados por eles possui alcance restrito.

O Facebook está sofrendo reformulações em relação à privacidade de dados e credibilidade da rede. O novo recurso disponibilizado pela rede permite que os usuários identifiquem o notícias falsas.

O Facebook desenvolveu um novo recurso que permite que o usuário consiga mais informações sobre a procedência da matéria e até mesmo veja quais dos amigos compartilharam a notícia. Esses dados estão dispostos ao lado do título do conteúdo no ícone “i”.

Será possível conferir:

  • O perfil de quem publicou a notícia (registrado na Wikipédia);
  • Mais notícias da mesma fonte (prévia de outros conteúdos compartilhados pelo portal);
  • Quais amigos da sua rede compartilharam a notícia.

A plataforma combinou esses elementos para tentar educar os usuários para perceber quando as notícias não possuem credibilidade e se atentar a sua autenticidade.

O lado bom

Após as complicações causadas pela polêmica das fake news na campanha eleitoral dos EUA, a rede social parece ter se atentado para a necessidade de maior monitoramento e prevenção contra perfis falsos que espalham notícias tendenciosas.

Educar os usuários pode ser um primeiro passo para impedir que esse tipo de desvio de informação ocorra, além de reforçar, por meio da função que permite ver conteúdos relacionados, fontes de qualidade e credibilidade.

O lado ruim

O Facebook precisa continuar buscando soluções para combater as fake news, já que a ferramenta ainda não consegue atuar em casos em que o usuário não leu a notícia e está apenas reagindo ao título. Afinal, aposto que você já viu vários conteúdos com títulos sensacionalistas surgindo na sua timeline.

Quais serão os próximos passos do Facebook? A rede está entrando em cheque após os vazamentos. Será que o Facebook continuará se mantendo?